Através de manobras dilatórias e boicotes, a Nova SBE quer que o reitor da UNL eleito vá a votos com um novo Conselho Geral barrado a listas que ela não autorize. Quer regressar a um passado de listas únicas e reitores previamente combinados. Não é defeito, é feitio: uma faculdade pública que age como uma empresa privada, e limita liberdade e pluralismo académicos aos interesses dos seus stakeholders, não pode dar-se ao luxo da democracia